01/06/2017
Como identificar a presença de glúten nos rótulos??

Em primeiro lugar devemos saber precisamente quais alimentos tem glúten (veja aqui: http://camilasaraiva.com.br/quais-alimentos-tem-gluten/)

Depois, precisamos saber como interpretar as informações contidas nos rótulos dos produtos industrializados:

Como ler rótulos

Quem não pode comer glúten deve-se atentar:

Alguns produtos industrializados podem não ter glúten naturalmente na sua composição, porém pode ser que na Indústria, na linha de produção, sejam manipulados junto com produtos com glúten. Dessa forma, ocorre a transferência de glúten (conheça um pouco mais de Contaminação Cruzada aqui: http://camilasaraiva.com.br/cuidados-em-casa-para-evitar-a-contaminacao-cruzada/ . Portanto, esse produto deve ser considerado com glúten no rótulo.

No entanto, pode haver falha das empresas e os rótulos estarem errados.

Por exemplo: o rótulo diz NÃO CONTÉM GLÚTEN, e em seguida: ALÉRGICOS: contém traços de trigo. Tal produto deve ser rotulado como CONTÉM GLÚTEN.

Rotulagem errada

Caso encontre um produto que não esteja de acordo com a RDC 26/15 http://www.abic.com.br/publique/media/rdc26., faça uma denúncia à ANVISA (ouvidoria@anvisa.gov.br), anexe:

– foto do produto

– foto da lista de ingredientes

– local onde o produto foi encontrado

– mencionar no e-mail a RDC 26/15 e que o rótulo não atende seus requisitos.

Para maiores informações, conheçam o projeto http://www.poenorotulo.com.br/

 

Lembrem-se:

Tudo que for comer que não foi preparado por você: questione, leia os rótulos inteiros e na dúvida Não Consuma!!

 

 

 

 

 

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10/05/2017
Redução do consumo de glúten X Risco de Doença Cardíaca

Nesta semana a maioria dos jornais e revistas reportaram um estudo do The BMJ em que avaliou o consumo de glúten em adultos sem doença celíaca e o risco de doença cardíaca.

Para quem quiser ler o artigo na íntegra: http://www.bmj.com/content/357/bmj.j1892

O interessante é que essas redes de informação alardearam que a redução do consumo de glúten está sim associada à doença do coração, porém não aprofundaram de fato a pesquisa. Li o artigo e colocarei aqui alguns pontos que achei ser de extrema importância para que não se crie nenhum pânico:

Como foi realizado o estudo:

  1. Foram avaliados por 26 anos 2.2273.931 pessoas e dentre essas, neste período, foram selecionadas aquelas que desenvolveram alguma doença cardíaca: 2431 mulheres e 4098 homens. Os pesquisadores quiseram avaliar a hipótese se o consumo elevado de glúten estaria associado a um risco maior de doença cardíaca;
  2. Os resultados foram avaliados a partir de questionários  que eram enviados aos participantes e respondidos por eles. Foram avaliados estilo de vida, peso e altura, exposição ambiental e condições médicas;
  3. A alimentação foi avaliada a partir destes questionários respondidos pelos próprios participantes em que se quantificou a frequência alimentar. A partir dessas informações se estimou a quantidade de glúten consumida. Além da estimativa do consumo de álcool, gorduras trans, carne vermelha, embutidos, gorduras polinsaturadas, frutas e vegetais;
  4. Também se avaliou a idade, raça, IMC (proporção do peso para altura), histórico de diabetes, uso regular de aspirina e anti-inflamatórios, uso de estatinas, uso de polivitamínicos, tabagismo, histórico familiar de infarto, histórico de hipertensão, histórico de colesterol elevado, prática de atividade física, menopausa e uso de hormônios (menopausa).

O que já se sabe sobre esse assunto, segundo os autores:

  1. Glúten causa reações adversas em pessoas com doença celíaca
  2. A restrição de glúten por pessoas sem doença celíaca tem aumentado nos últimos anos, parcialmente por se acreditar que o glúten tem efeitos deletérios à saúde

O que os autores concluíram:

  1. Entre os homens e mulheres avaliados por mais de 25 anos, a quantidade de glúten consumida não foi associada com doenças do coração;
  2. A redução do consumo do glúten pode resultar na redução do consumo de grãos integrais, que estão associados por diminuir o risco de doenças cardíacas;

Minhas observações:

estudo BMJ

 

 

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15/03/2017
Cuidados em casa para evitar a contaminação cruzada

Esse é um tema muito importante, muitos acabam se atentando apenas à composição das preparações,  mas desconhecem a Contaminação Cruzada por glúten.

“Contaminação cruzada” por glúten ocorre quando há a transferência de glúten para um alimento naturalmente sem glúten.

O traço de glúten adoece o celíaco e o sensível ao glúten. Não basta apenas deixarmos de comer o glúten “visível”, o cuidado deve-se estender à outras ações do nosso dia-a-dia que pode causar essa contaminação.

Se você for o único com restrição ao glúten em casa terá que ter muito cuidado para não se contaminar.

Segue aqui algumas dicas do que eu faço em casa:

Contaminação cruzada com glúten

Contaminação cruzada com glúten (1)

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11/03/2017
Quais alimentos têm glúten?
Productivity Tip 4 _ (2)

O glúten é uma proteína que está presente naturalmente no trigo, centeio e cevada. Na aveia pode estar presente por contaminação. Precisamos ficar atentos não apenas com esses ingredientes, mas também com seus derivados:

Alimentos com Glúten (1)

Alimentos com Glúten (2)

Alimentos com Glúten

Alimentos com Glúten (3)

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